Por mais furiosa que seja a tempestade, a chama da Verdadeira Maçonaria jamais se apagará no GOISP

Impedir, através de artimanhas inescrupulosas, o Maçom de visitar e tomar assento em qualquer loja da Maçonaria Universal é um crime contra a Ordem


Nota de repúdio por atos antimaçônicos de certas associações contra o GOISP



Qual a real motivação, sem filtros ou máscaras, por parte de algumas associações caluniarem e difamarem sorrateira e injustamente o GOISP, que é legitimamente regular segundo os princípios maçônicos universais, com o único propósito de impedir seu avanço e reconhecimento por algumas das principais Confederações, Potências e Grandes Lojas mundo a fora? "


O espírito fundamental do GOISP


Buscar incansavelmente a prática de uma Maçonaria Justa e Perfeita é a essência do espírito do Grande Oriente Independente de São Paulo – GOISP – desde sua fundação em 2012.


Nesses 7 anos de caminhada, o GOISP procurou exercitar a verdadeira maçonaria levando amizade, paz e votos de prosperidade a todos os irmãos sem exceção; dedicou-se ininterruptamente na construção de templos a virtude e escavação de masmorras aos vícios; e principalmente, para enaltecer a Ordem, lutou bravamente contra as paixões, no ato de submeter as vontades e por isso, graças ao Grande Arquiteto do Universo, conseguiu muitos progressos e avanços a passos largos na maçonaria. E ainda, sem jamais esmorecer, procurou estreitar os laços de fraternidade que nos unem como verdadeiros irmãos em todo orbe terrestre sem distinção de fronteiras ou raças.


Manter essa chama de sua constituição acesa em meio a tantas tormentas e tempestades na qual a atualidade nos impõe é uma ação que o GOISP reconhece não ser fácil.


Fiel às suas raízes


No GOISP somos muito mais que uma instituição, somos uma Grande Família (Foto: Alexandre Sone - Diretoria de Imagem do GOISP)

Sem dúvida, o ato de se sustentar fiel às suas origens e a Arte Real, sem jamais retroceder um só passo, é que tornou possível a potência crescer como instituição e ganhar lugar de destaque na Maçonaria Universal.


Proteger este espírito fundamental fez com que a vivência fraternal dentro e fora de suas lojas, com outras potências amigas e entre seus próprios obreiros fosse verdadeira e sólida.


Além do mais, permitiu que o desenvolvimento individual de cada irmão e sua respectiva família fosse notória e recompensadora. Capacitá-los a se tornar homens cada vez melhores, livres e de bons costumes é o seu fim último. É a grande motivação que faz com que todos no GOISP dediquem suas vidas para manter acesa a grande chama da Justiça e Perfeição Maçônica.


Essas são as razões pelas quais o GOISP é diferente de muitas potências. Não é uma associação pura e simplesmente, e sim uma Família. Nos últimos anos, essa grande família realizou inúmeras Ações de Responsabilidade Social Institucional em todas suas esferas: áreas sociais, econômica, educativa, da saúde, cultural, ambiental e outras mais.


Para essa grande chama se manter intrépida na potência faz-se necessário o combustível diário dos 25 Landmarks de Albert Gallatin Mackey e a Constituição de James Anderson, na qual o Grande Oriente Independente de São Paulo se orgulha de cumpri-los de maneira fidedigna. Da mesma forma, regozija-se por sua também obediência aos Princípios Básicos de Reconhecimento da Grande Loja Unida da Inglaterra (GLUI), como também, as 12 Regras para Reconhecimento da Maçonaria Universal.


Por essa razão, o GOISP é legitimamente Regular. Por esse motivo, é Reconhecido por inúmeras potências dentro e fora do país.


Quanto maior o avanço mais forte são os ventos contrários


Em contrapartida, o avanço e alma incorruptiva do GOISP trouxeram consigo também fortes ventos contrários sob a forma de ataques, calúnias e difamações originadas de certas associações que se revestem com o título maçônico, mas, infelizmente vencidas pelas paixões e vontades, de uma vaidade e inveja exarcebadas e contaminadas por uma politicagem sórdida, tiveram sua natureza corrompida.


Nos últimos tempos, essas instituições tentam sistematicamente impedir que o GOISP consiga novos tratados e reconhecimento das principais Confederações, Grandes Lojas e Potências do Brasil e do Mundo. Em algumas situações onde o GOISP estava prestes a firmar um tratado ou já havia concretizado, tais associações criminosamente entraram em ação com seus planos desonrados, a fim de cessar o seu avanço. Assim sendo, muitos processos acabaram ficando em stand by, aguardando futuras oportunidades.


Tais agremiações usando de sua posição momentânea em vez de agirem dentro das Virtudes e Moral Maçônica, cegados por sua ganância e regidos pelo sentimento de poder, impediram que maçons regulares, livres e de bons costumes, tomassem assentos em lojas mundo a fora. Isso não seria um crime maçônico? Essa ação aconteceu inúmeras vezes. Eles feriram pontos importantes da Constituição de Anderson, assim como dos Landmarks de Mackey.



O GOISP tem o orgulho de cumprir fidedignamente a Constituição de Anderson e os 25 Landmarks de Mackey (Imagem: Arquivo DCM do GOISP)

No artigo V da Constituição de Anderson consta: “Ninguém deve mostrar inveja pela prosperidade de um Irmão, tampouco suplantá-lo ou desviá-lo de seu trabalho, mesmo se for capaz de realizá-lo, pois nenhum homem pode realizar o trabalho de outro para obter a glória do Senhor (...)”. E ainda no artigo VI está escrito: “Finalmente, todas essas Obrigações vós devereis observar, e todas aquelas que serão comunicadas de outra maneira; cultivar o amor fraternal, a Fundação e a Pedra Fundamental, a união e a glória desta antiga Fraternidade, evitar toda disputa e querela, toda difamação e calúnia, nem permitir que outros caluniem qualquer Irmão honesto, mas defender seu caráter e oferecer-lhe todos os préstimos, contanto que seja de acordo com a sua honra e segurança, e não mais que isso”.


No 14º Landmark – O Direito de todo Maçom visitar e tomar assento em qualquer Loja – diz: “O direito de todo Maçom visitar e tomar assento em qualquer loja é um inquestionável LANDMARK da Ordem. É o consagrado direito de visitar, que sempre foi reconhecido como um direito inerente que todo Irmão exerce quando viaja pelo Universo. É a consequência de encarar as Lojas como meras decisões, por conveniência, da Família Maçônica Universal”.


Esquecendo-se dos princípios universais da Ordem essas mesmas associações desonram a todos nós, impedindo que a Maçonaria mostre ao mundo seus Templos erguidos às Virtudes.

Não queremos dizer com isso, em hipótese alguma, que a culpa seja das Confederações, Grandes Lojas e Potências que sempre nos deram uma atenção ímpar e fraterna. Pelo contrário. Mesmo diante do ocorrido e adiando momentaneamente nosso reconhecimento, atestam a Regularidade do GOISP e deixaram as portas abertas para oportunidades futuras.


Mas ao mesmo tempo, aproveitando o ensejo e boas relações, solicitamos encarecidamente que tão benéficas instituições olhem com atenção para as atitudes desonestas dessas pessoas e suas pessoas jurídicas, que ferem a moral a imagem de nossa amada Ordem. No trecho Posição Pacifista da Maçonaria no estatuto da Confederação Maçônica Interamericana (CMI) é citado as Potências associadas a ela devem prezar pelo postulado da Igualdade, Liberdade e Fraternidade, “(...) a fim de manter a paz e a justiça social”. Com estas atitudes essas agremiações estão enaltecendo tais postulados? São dignos de reconhecimento?


Calunia e difamação


Calúnia e difamação são crimes em nosso país segundo o Artigo 138 do Código Penal - Decreto Lei 2848/40 e Art. 139 do Código Penal - Decreto Lei 2848/40, respectivamente. Dizer que o GOISP não é Regular e por isso não deve ser Reconhecido, somado a várias outras acusações falsas e levianas são crimes gravíssimos de esfera penal.


Vivemos em um mundo onde a moral e a ética estão sendo descontruídos por falsas ideologias, falsos valores, difundidos por “falsos profetas” que usando do poder na qual são revestidos, não importa a esfera social de atuação, transformam-se em agentes do caos.


Esse tipo de atitude, em vez de cavar masmorras aos vícios, acaba construindo templos a eles. E pior, toda essa profanidade que deveria ficar do lado de fora da porta das lojas estão se infiltrando sistematicamente entre colunas dessas instituições. Tentam a todo custo tornar Verdades absolutas em mentiras, e vice-versa.


No artigo II da Constituição de Anderson diz: “Um maçom é um súdito pacífico do Poder Civil, onde quer que more ou trabalhe, nunca se envolverá em complôs ou conspirações contra a paz ou o bem-estar da nação e nem se comportará irresponsavelmente perante os magistrados inferiores (...). Então, se um Irmão se rebelar contra o Estado, ele não deverá ser estimulado em sua rebelião, entretanto ele pode ser digno de pena por ser um homem infeliz; e, se não condenado por qualquer outro crime, a leal Irmandade precisa e deve repudiar a sua rebelião, não deixando margem para qualquer desconfiança política perante o Governo vigente (...). O GOISP indaga: essas agremiações são regulares?


O GOISP Regular cumpre todos os requisitos para ser Reconhecido


Analisando os Princípios Básicos para Reconhecimento da Grande Loja Unida da Inglaterra (GLUI, UGLE em inglês), das 12 Regras de Reconhecimento da Maçonaria Universal, os Estatutos da Confederação Maçônica do Brasil (COMAB), Confederação Maçônica Simbólica Brasileira (CMSB), como também, da Confederação Maçônica Interamericana (CMI) os princípios e artigos para reconhecimento são praticamente os mesmos, diferenciando termos, detalhando ou mais ou menos certos critérios.


O Grande Oriente Independente de São Paulo (GOISP) cumpre todos, sem deixar nada a desejar, e seu crescimento espantoso nos seus 7 anos de atividades mostra que pratica a verdadeira maçonaria. O resultado não mente.


Aceitar que instituições que se dizem maçônicas não cumpram com seus deveres e obrigações e ainda persigam as que estão agindo corretamente seria o mesmo que ser cúmplice de tais atos criminosos.


Por essa razão, o GOISP vem a público e a quem possa interessar denunciar tais abusos e pedir a compreensão em futuros tratados para que as entidades envolvidas não acabem penalizando quem está fazendo o correto e favorecendo quem não está.


O 8º Princípio Básico para Reconhecimento da GLUI diz: “Que os princípios dos Antigos Landmarks e os usos e costumes da Fraternidade sejam rigorosamente observados”.


Ora, se os Landmarks devem ser rigorosamente observados, e o primeiro diz que “Os processos de reconhecimento são os mais legítimos e inquestionáveis de todos os Landmarks. Não admitem mudanças de qualquer espécie, pois, sempre que isto se deu, funestas consequências vieram a demonstrar o erro cometido”, então o GOISP é Regular e deve sim ser Reconhecido.


Na sexta-feira, 15 de novembro, o Brasil comemorou a proclamação da República. Como República entendemos uma forma de governo na qual o espírito presente traz a sigma da responsabilidade na defesa do interesse público, combatendo a corrupção e outras formas de desvios, um governo relacional, aberto e transparente. Nós maçons devemos ser exemplos deste tipo de conduta e protegê-la a cima de tudo. Não é por acaso que a inspiração dessa nota veio em tão oportuna data.


Não nos tirem o direito de cumprirmos os Landmarks, a Constituição de Anderson e de promovermos a verdadeira maçonaria.


Que o Grande Arquiteto do Universo abençoe a todos nós.


Oriente de São Paulo, em 15 de novembro de 2019 da E.’.V.’.

Diretoria de Comunicação e Marketing do GOISP

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